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	<title>Montoro - Deputado Federal 4546 &#187; População Negra</title>
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	<description>Deputado Federal 4546</description>
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		<title>O que Ricardo Montoro já fez pela população negra</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 23:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Montoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[População Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[1-       CRIAÇÃO DO PRIMEIRO CENTRO DE REFERÊNCIA EM DIREITOS HUMANOS DE PREVENÇÃO E COMBATE AO RACISMO  O Centro prevê assistência gratuita e multidisciplinar para vítimas de discriminação e preconceito étnico-racial, incluindo atendimento jurídico e social. 2-       POSSE DO CONSELHO DE GESTÃO DA CONE Pela primeira vez foi eleito e tomou posse o Conselho de Gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1-       <strong>CRIAÇÃO DO PRIMEIRO CENTRO DE REFERÊNCIA EM DIREITOS HUMANOS DE PREVENÇÃO E COMBATE AO RACISMO</strong></p>
<p> O Centro prevê assistência gratuita e multidisciplinar para vítimas de discriminação e preconceito étnico-racial, incluindo atendimento jurídico e social.</p>
<p><strong>2-       </strong><strong>POSSE DO CONSELHO DE GESTÃO DA CONE</strong></p>
<p>Pela primeira vez foi eleito e tomou posse o Conselho de Gestão da CONE. O Conselho <strong>existia no papel desde 1992</strong>, mas nunca havia sido nomeado indo na contra-mão da história. O Estado de São Paulo foi pioneiro ao criar o primeiro Conselho da População Negra, há 26 anos, pelo ex-governador Franco Montoro. No entanto, a maior cidade do país demorou 25 anos para seguir este exemplo.</p>
<p><strong>3-       </strong><strong>PLANO MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL. </strong></p>
<p>O Plano é uma <strong>iniciativa inédita da cidade de São Paulo</strong> e começou a ser elaborado em 2009</p>
<p><strong>4-       </strong><strong>BOLSAS DE ESTUDO PARA AFRODESCENDENTES </strong></p>
<p>Em parceria com o SENAC, desde 2007, a Secretaria vem oferecendo bolsas de estudos para afrodescendentes com valores que variam de 40% a 80<strong>%. </strong></p>
<p><strong>5-       </strong><strong>A</strong><strong>FRICANIDADES EM TODOS OS CANTOS </strong><strong></strong></p>
<p>O projeto Africanidades em Todos os Cantos leva às escolas municipais oficinas que celebram a cultura africana na formação e desenvolvimento do povo brasileiro e de um país multirracial.</p>
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		<title>Semana da Trasnversalidade étnico/racial e de gênero</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 15:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Montoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[População Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[- Instituir a semana da transversalidade étnico/racial e de gênero na concepção e na implementação das políticas públicas que deverá acontecer no mês que antecede a discussão do planejamento orçamentário. Autor: Maria Aparecida de Laia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Instituir a semana da transversalidade étnico/racial e de gênero na concepção e na implementação das políticas públicas que deverá acontecer no mês que antecede a discussão do planejamento orçamentário.</p>
<p><strong>Autor: Maria Aparecida de Laia</strong></p>
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		<title>Capacitar professores sobre o ensino da História Africana</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 18:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Montoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[População Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Para este segmento, na área da Educação, acho importante instituir a Semana de Capacitação de Professores nas Escolas Municipais e Estaduais sobre o Ensino de História Africana e Afro-brasileira visando à aplicação da Lei 10.639/03  que deve ser realizada, anualmente, em maio. Outra proposta é instituir campanhas periódicas  acerca do “DIREITO A VIDA DE JOVENS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para este segmento, na área da Educação, acho importante instituir a Semana de Capacitação de Professores nas Escolas Municipais e Estaduais sobre o Ensino de História Africana e Afro-brasileira visando à aplicação da Lei 10.639/03  que deve ser realizada, anualmente, em maio.</p>
<p>Outra proposta é instituir campanhas periódicas  acerca do “<em>DIREITO A VIDA DE JOVENS NEGROS”</em>. Realizando debate, palestra, informações, capacitação entre outras atividades.</p>
<p><strong>Autor: Ricardo Montoro</strong></p>
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		<title>Igualdade Racial – Introdução</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 19:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Montoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[População Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Os indicadores sociais referentes à vida da população negra demonstram a situação de desvantagem à qual ela está submetida, não se restringindo, apenas, à situação socioeconômica. As desigualdades são frutos de uma estrutura social racista e excludente. No Brasil os fatores determinantes das condições de pobreza intensificam-se nas diferentes regiões, mas há algo comum: os negros residem em áreas menos desenvolvidas.

Em termos absolutos a maioria dos negros está nas regiões Norte e Nordeste. Mas se olharmos o mapa da exclusão sob o prisma da desigualdade racial, temos que os negros também são a maioria nas regiões periféricas das grandes cidades.

Diante desta realidade inúmeros esforços vêm sendo realizados para reverter esse

quadro e devemos considerar as lutas travadas pelos movimentos negros e de mulheres negras.

A frente da Secretaria de Participação e Parceria, Ricardo Montoro tirou do papel, depois de 25 anos, o Conselho de Gestão da Cone – Coordenadoria dos Assuntos da População Negra, criou o Centro de Combate ao Racismo e, dentre muitas outras ações, ofereceu bolsa de estudos para afrodescendentes em parceria com o SENAC.

Nossa luta futura é garantir que as políticas de ações afirmativas se transformem

em políticas de Estado. Neste momento, em que discutimos os processos sucessórios é de extrema importância nossa participação sugerindo propostas, mas, sobretudo na verificação do compromisso político ideológico com as questões étnico-raciais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os indicadores sociais referentes à vida da população negra demonstram a situação de desvantagem à qual ela está submetida, não se restringindo, apenas, à situação socioeconômica. As desigualdades são frutos de uma estrutura social racista e excludente. No Brasil os fatores determinantes das condições de pobreza intensificam-se nas diferentes regiões, mas há algo comum: os negros residem em áreas menos desenvolvidas.</p>
<p>Em termos absolutos a maioria dos negros está nas regiões Norte e Nordeste. Mas se olharmos o mapa da exclusão sob o prisma da desigualdade racial, temos que os negros também são a maioria nas regiões periféricas das grandes cidades.</p>
<p>Diante desta realidade inúmeros esforços vêm sendo realizados para reverter esse quadro e devemos considerar as lutas travadas pelos movimentos negros e de mulheres negras.</p>
<p>A frente da Secretaria de Participação e Parceria, Ricardo Montoro tirou do papel, depois de 25 anos, o Conselho de Gestão da Cone – Coordenadoria dos Assuntos da População Negra, criou o Centro de Combate ao Racismo e, dentre muitas outras ações, ofereceu bolsa de estudos para afrodescendentes em parceria com o SENAC.</p>
<p>Nossa luta futura é garantir que as políticas de ações afirmativas se transformem em políticas de Estado. Neste momento, em que discutimos os processos sucessórios é de extrema importância nossa participação sugerindo propostas, mas, sobretudo na verificação do compromisso político ideológico com as questões étnico-raciais.</p>
<p><span id="more-114"></span></p>
<p>Igualdade, respeito à diversidade e Justiça Social.</p>
<p>Os indicadores sociais referentes á vida da população negra mostra a situação de</p>
<p>desvantagens, a qual esta submetida não se restringindo a situação socioeconômica. As desigualdades são fruto de uma estrutura social racista e excludente.</p>
<p>No Brasil, um país de dimensões continentais, os fatores determinantes das condições de pobreza intensificam-se nas diferentes regiões. Segundo dados estatísticos, dos censos e das PNDAs já referidos anteriormente, os negros, majoritariamente, residem nas áreas menos desenvolvidas do país, ou seja, nas regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>Na região Norte, o total de negros era de 71%, e na região Nordeste, 65,3%. Nas regiões economicamente mais desenvolvidas é predominante a concentração de população branca; na região Sul, 82,8%, e na região Sudeste, 66%.</p>
<p>O Censo demográfico de 2000 revela que a totalidade da população brasileira é de 169.799.170 milhões de habitantes. Quanto a distribuição étnico-racial da população, permanece quase estável, posto que a população negra continua majoritariamente concentrada nas regiões Norte e Nordeste, representando 67,7% e 66,8% da população, respectivamente. Na região Sul, compõe tão somente 14,9% da população e, na região Sudeste, corresponde a 36,3%.</p>
<p>Especificamente, o Estado de São Paulo em numero absoluto é composto de 37.032.403, que ao desagregá-los étnico-racialmente traduzem a seguinte realidade, isto é; 26.067.368 de brancos, a população negra totaliza 10.148.616 somando o total de pretos e pardos, a saber (1.667.745 de pretos, 8.480.871 de pardos). A população amarela é de 518.278 e a população amarela é a população indígena é de 62.019.</p>
<p>De forma geral, a população negra ocupa no mercado de trabalho as atividades que exigem menos qualificação, encontradas na agricultura, na indústria da construção e na prestação de serviços, e com pior remuneração. O Censo de 2000 informa que o Brasil tem uma população de 169.799.170 de habitantes, deste total 86.233.155 são mulheres e entre a população feminina 37.602.461 são mulheres negras. Ainda que as mulheres formem a significativa parcela de 51% da população brasileira, os indicadores de desigualdades observados com o recorte de gênero e raça continuam confirmando dados assustadores que visibilizam a situação precária das mulheres no acesso à áreas como saúde, trabalho e De acordo com a pesquisa Retrato das Desigualdades &#8211; Gênero e Raça, realizada pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada no final de 2005, em 2003, as mulheres recebiam cerca de dois terços do salário dos homens (média de R$ 695,4 para os homens e de R$439,9 para as mulheres). A pesquisa afirma também que mulheres e negros em geral encontram mais dificuldades para ocupar postos de trabalho, sejam eles formais ou informais. Enquanto quase 8% dos homens no geral e 10,6% dos homens brancos encontravam-se desempregados em 2003, esses valores saltavam para 12,4% no caso das mulheres e 12,6% para os negros. O aumento nas taxas de desemprego, entre 1996 e 2003,</p>
<p>se deu de forma mais intensa para mulheres e negros do que para a população branca ou masculina. A pesquisa indica que a melhoria da qualidade de vida e de saúde depende das condições sócio-culturais, políticas e econômicas da população.</p>
<p>Diante desta realidade inúmeros esforços vem sendo realizados para reverter esse quadro e devemos considerar as lutas travadas pelos movimentos negros e de mulheres negras. Destacamos, também, as parcerias realizadas com muitos aliados gestores de políticas públicas e diversos parlamentares. Esse esforço concentra-se na elaboração de políticas públicas que assumem como prioridade a garantia de direitos.</p>
<p>Nossa luta futura é garantir que as políticas de ações afirmativas se transformem em políticas de Estado. Neste momento, em que discutimos os processos sucessórios é de extrema importância nossa participação sugerindo proposta, mas, sobretudo na verificação compromisso político ideológico com as questões étnico-raciais.</p>
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